Art. 8º. Observadas as competências estabelecidas na Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, a Anatel implementará e executará a regulação do setor de telecomunicações, orientada pelas políticas estabelecidas pelo Ministério das Comunicações e pelas seguintes diretrizes: (Redação dada pelo Decreto nº 10.799, de 2021)
I - promoção:
a) da concorrência e da livre iniciativa;
b) da gestão eficiente de espectro de radiofrequência, de forma a ampliar a qualidade e expandir os serviços de telecomunicações, em especial a conectividade em banda larga;
c) da regulação assimétrica, com vistas, em especial, à expansão da oferta de serviços em áreas onde eles inexistem ou à promoção da competição no setor;
d) da simplificação normativa;
e) da qualidade dos serviços baseada na experiência do usuário, de forma a incentivar a transparência nas ofertas e os mecanismos de comparação entre prestadoras; e
f) da proteção física e lógica das infraestruturas críticas de telecomunicações;
II - estímulo:
a) aos negócios inovadores e que desenvolvam o uso de serviços convergentes;
b) à expansão e ao compartilhamento de infraestrutura; e
c) à redução sistemática dos riscos cibernéticos;
III - adoção de procedimentos céleres para a resolução de conflitos;
IV - regulação de preços de atacado conforme modelo que considere o incentivo ao investimento agregado setorial na modernização e na ampliação de redes de telecomunicações;
V - harmonização:
a) da regulamentação setorial às normas gerais sobre relações de consumo; e
b) dos procedimentos e das exigências referentes à exploração de satélite brasileiro e à execução do serviço de telecomunicações que utilize satélite às práticas internacionais;
VI - incentivo à autorregulação e mecanismos correlatos; e
VII - realização de levantamentos periódicos e sistematizados das infraestruturas de transporte e de acesso em operação.
I - promoção:
a) da concorrência e da livre iniciativa;
b) da gestão eficiente de espectro de radiofrequência, de forma a ampliar a qualidade e expandir os serviços de telecomunicações, em especial a conectividade em banda larga;
c) da regulação assimétrica, com vistas, em especial, à expansão da oferta de serviços em áreas onde eles inexistem ou à promoção da competição no setor;
d) da simplificação normativa;
e) da qualidade dos serviços baseada na experiência do usuário, de forma a incentivar a transparência nas ofertas e os mecanismos de comparação entre prestadoras; e
f) da proteção física e lógica das infraestruturas críticas de telecomunicações;
II - estímulo:
a) aos negócios inovadores e que desenvolvam o uso de serviços convergentes;
b) à expansão e ao compartilhamento de infraestrutura; e
c) à redução sistemática dos riscos cibernéticos;
III - adoção de procedimentos céleres para a resolução de conflitos;
IV - regulação de preços de atacado conforme modelo que considere o incentivo ao investimento agregado setorial na modernização e na ampliação de redes de telecomunicações;
V - harmonização:
a) da regulamentação setorial às normas gerais sobre relações de consumo; e
b) dos procedimentos e das exigências referentes à exploração de satélite brasileiro e à execução do serviço de telecomunicações que utilize satélite às práticas internacionais;
VI - incentivo à autorregulação e mecanismos correlatos; e
VII - realização de levantamentos periódicos e sistematizados das infraestruturas de transporte e de acesso em operação.